Produção de Cinema e Audiovisual

Sobre a produtora

A Marginalfilmes é uma produtora de cinema para as áreas da Longa-Metragem, Telefilme, Seriado, Curta-Metragem, Documentário e Formação. A Produtora actua maioritariamente em Portugal mas teve já produções em Macau, Moçambique, África do Sul, Espanha e Brasil.

O currículo da Produtora demonstra que o planeamento da actividade é determinado pelo objectivo de inter-relação das diferentes formas de criação e produção para os dois Meios: o Grande-Écran e Tv, no quadro de formação de talentos que são mobilizados para o apuramento das equipas de trabalho.

Longas Metragens

QUERO SER UMA ESTRELA

Moçambique, 2009. Teresa (Dalila Carmo) e Xavier (Filipe Vargas) são um casal na casa dos trinta com uma vida financeira desafogada mas cuja relação está à beira do fim. Um dia, ela descobre que ele está envolvido numa rede de prostituição de menores que envolve Joana (Joana Ferreira), a filha de 14 anos da sua empregada doméstica. Decidida a salvar a menina, Teresa usa todos os seus contactos no país e junto do Governo para destruir os criminosos. Mas Xavier, cada vez mais rancoroso e vingativo e só pensa em acabar com a vida dela antes que possa testemunhar. Com os holofotes da imprensa moçambicana e internacional sobre ela, Teresa torna-se numa heroína para milhares de pessoas...

PRETO E BRANCO

Um HOMEM BRANCO, 46 anos, que nunca conheceu a Metrópole, nascido e criado em Moçambique, sargento na unidade de tropas especiais do exército colonial português. Um HOMEM NEGRO, 27 anos, que não conheceu África, criado em Lisboa, finalista de engenharia no Instituto Superior Técnico, entusiasta dos ideais de esquerda. Os dois encontram-se em Moçambique, em plena guerra colonial, quando o HOMEM BRANCO, na conclusão de uma operação especial no mato captura o HOMEM NEGRO, acabado de chegar a África como voluntário para a luta dos movimentos de libertação. Por acidente, perdem a comunicação com o transporte que deveria recolher o sargento e encetam uma longa caminhada em território controlado pelos guerrilheiros do movimento de libertação, até ao aquartelamento da tropa colonial mais próximo. Durante a caminhada encontram o terceiro elemento do triângulo: uma ENFERMEIRA do exército português, graduada em alferes, justificadamente perdida na mata. A inversão das características destas personagens reflecte-se sobre as situações de conflito e dá um novo enquadramento à temática da guerra colonial portuguesa, e leva genericamente ao absurdo as razões de todas as guerras, do racismo e da posse da terra.

UM RIO

Quando a pá do coveiro se quis enterrar na terra, para tapar a cova onde ficaria sepulto o cadáver de Dito Mariano (Isaac Mandlate), embateu numa superfície inexpugnável e rija como aço. A tempestade raiou no céu e um pasmo trespassou os elementos da família presentes no enterro.  Os rumores tomaram conta de “Luar do Chão”, a ilha onde o patriarca Dito Mariano era “o homem de todas as mulheres”. Para mais, o cadáver exibia o rictus sorridente a que Dito, em conversa com o Padre Nunes e o taberneiro Tuzéio (Adelino Branquinho), chamara “o sorriso da Mona Lisa”, que só se desata quando se chegou à cifra de cem mulheres”. De quem seria a culpa da terra não abrir, das alterações climatéricas, daquele “riso do Diabo”, segundo Admirança (Cândida Bila), a cunhada? A discórdia eclode entre as mulheres. Dulcineusa (Ana Magaia), a matriarca da família, sentencia: “A terra não abre porque há segredo por desfazer”.

INÊS DE PORTUGAL

A Mais Louca Paixão da Nossa História O tratamento dramático dos elementos que deram origem ao mito, trazem uma nova dimensão às personagens deste drama. Inês de Castro uma mulher profundamente apaixonada por D. Pedro. Mas que tem um plano político e a inteligência e determinação para o aplicar. Até a morte brutal que o interesse do Reino lhe impõe. D. Pedro, após viver a paixão com Inês, não mais perdoará a quem lha tirou. Governará obcecado pela vingança, pairando entre o mel das memórias e a dor da eterna, definitiva ausência da sua grande paixão. Até à vingança final, efémera.

Os produtores

José Carlos de Oliveira

Cineasta e romancista, foi co-coordenador e professor na universidade, é gestor e activista na contribuição para a produção jurídica na área do Cinema para a convergência com a UE. 

Diplomado em fotografia no IADE/UNESCO, cursou Cinema em Londres e diplomou-se depois em Cinema, Televisão e Publicidade nos SCE.

Foi repórter cinematográfico na Unidade de Produção Estrela Vermelha, realizou e produziu Cinema, Publicidade e Cinema para TV.

Dirige a empresa Marginalfilmes, argumentista e realizador dos filmes Inês de Portugal, O Dragão de Fumo, Preto e Branco e Quero Ser Uma Estrela, entre outros, Vice-Presidente da ARCA, Vice-Presidente da Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas, cronista na Imprensa diária e semanal.

Tem assento na Secção Especializada do Cinema e Audiovisual, do Conselho Nacional de Cultura.

Lançou em 2016 o seu primeiro romance pela LeYa, D. Afonso Henriques – O Primeiro Herói.

teste de eu

ricardo Pugschitz de Oliveira

Nasceu em Cascais em 1977.

 

Começou desde logo, aos dois anos de idade, a participar em filmes de publicidade institucional que lhe incutiram a vontade de não mais se separar do mundo das camaras e das luzes.

 

Foi com a oferta da sua primeira camara de fotografar Canon AE-1 que descobriu a manipulação da câmara e o efeito disso na retenção de imagens, que iam para além disso e induziam interpretações e emoções. E percebeu que, acima de tudo, era o cinema e a câmara que lhe interessavam. O enquadramento, a iluminação, o que se quer dizer através da composição, são o universo que o atrai e desafia a compreendê-lo, replicá-lo e, se assim o conseguir, contribuir para a sua inovação.

 

Em 1996 recebe um convite do realizador José Carlos de Oliveira para integrar a equipa de produção da longa-metragem INÊS DE PORTUGAL, e dá aí os primeiros passos na realidade da feitura cinematográfica e da aprendizagem do que por detrás da câmara suporta a sua concretização. E confirma não só que é aquele o caminho que acima de outros lhe interessa, como também o muito que terá que aprender.

 

É 1º Assistente de imagem nas series de cinema para televisão, O DRAGÃO DE FUMO e O CRIME de José Carlos de Oliveira em 1998 e 2001, respectivamente.

 

Em 2002, com o mesmo realizador, é 1º assistente de imagem na longa-metragem PRETO E BRANCO, e em 2004 na longa-metragem UM RIO.

 

Em 2003 recebe o seu mais importante desafio. Ser sócio da produtora Marginalfilmes em conjunto com o realizador José Carlos de Oliveira. É aqui que se dá o ponto de viragem ainda que até 2006 tenha mantido a função de 1º assistente de imagem e foquista em várias publicidades e curtas-metragens de outras produtoras.

 

Mas é, de facto, em 2007 que a mudança se torna realidade e, com o conhecimento e experiência que obteve no terreno, decide aprofundar a área para a qual tinha sido desafiado. Chegar a produtor e fazer equipa com o realizador responsável pela descoberta do seu caminho profissional.

 

Hoje, e embora considere que a experiência adquirida é o princípio do muito que ainda terá a descobrir, conta já no seu currículo com a produção executiva das seguintes produções de Longa-Metragem e séries de documentários de José Carlos de Oliveira:

 

QUERO SER UMA ESTRELA (Longa-Metragem)

NO DIA EM QUE… (6 episódios, 2007 a 2009)

HERÓIS OLIMPICOS (2 episódios, 2011)

PONTE ATLANTICO (2 episódios, 2013)

A ARTE DE IR A GUERRA MUNDIAL (2 episódios, 2014)

TRAÇO DE MULHER – Ana Salazar (1 episódio, 2016)

 

Além da produção executiva, desde 2007 que é o 1º assistente de realização e editor de todas as produções referidas.

 

D.W. Griffith, Sergei M. Eisenstein, John Ford, Alfred Hitchcock, Stanley Kubrick, Ridley Scott e Steven Soderbergh são alguns dos mestres que mais o inspiram para a compreensão do que é a construção cinematográfica.

 

Representa a Marginalfilmes na Associação de Produtores de Cinema e Audiovisual (APCA).

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